Arranjar ou não arranjar as sobrancelhas, eis a questão

Minha queridas amigas (hoje esta mensagem é mais direcionada às dear ladies que visitam esta minha lovewellbeing casinha, esta salinha de convívio, que hoje, e por momentos, se converte num beauty salon),

Esta vossa cara amiga está a passar por uma fase difícil da sua vida facial. Pois que eu, para quem ainda não sabe, sou uma florzinha de estufa no que concerne à pele, e não só, mas hoje foquemo-nos na pele. Pois que toda eu sou bastante sensível, mas a minha pele é por demais. Há muita coisinha que me deixa sensibilizada, facialmente falando, com a pele (ainda mais) vermelhusca ou mesmo irritada. E é claro que isto me irrita e me deixa agastada, mas como temos de aprender a viver com os que temos, neste caso, na e com a minha pele, não me dou por vencida e estou sempre à procura de formas de contornar esta minha sensibilidade extrema e de viver com ela da melhor forma possível.

Passo a explicar o meu dilema em questão, aqui em Inglaterra ainda não consegui encontrar um lugar onde me arranjem as sobrancelhas sem que me deixem a área à volta das mesmas avermelhada e irritada. Em Portugal nunca tive este problema, primeiro com pinça e mais tarde com linha, e a minha pele reagia e reaje muito bem e nunca houve nem há irritação. Aqui, das poucas vezes que fiz (porque depois da primeira tive algum receio de voltar a fazer) com linha, como fazia e ainda faço em Portugal, fiquei com a pele irritada, com algum desconforto e ligeira comichão, que duram quase uma semana, vá, uns bons 4 ou 5 dias, para não ser exagerada.

As minhas opções são:

– não arranjar, como acontece em largos períodos de tempo, porque até nem sou muito dada a grandes pilosidades faciais (neste aspeto a minha herança genética é muito boa, nunca depilei o upper lip, por exemplo, como requintadamente se chama o moustache por aqui, pois nunca tive necessidade);

Esta opção aguenta uns tempos, pois vou eu tirando, caseiramente, um ou outro mais visível e a coisa vai-se conseguindo, mas chega uma altura em que é preciso mesmo uma mão profissional.

– fazer em casa;

Esta opção não é de todo viável, pois não tenho jeitinho nenhum e a dor de saber quando vou arrancar a mim própria parece-me pior (a minha tolerância à dor é muiiito reduzida).

– procurar um local onde façam com pinça, pois apesar de ser um pouco mais doloroso pode ser que não me deixe a pele tão irritada como com o linha;

Aqui preciso de ajuda das minha amigas e leitoras londrinas ou que por cá vivem há mais tempo. Vamos lá, lovelies, partilhem as vossas experiências sobrancelhodepilatórias comigo. Ou se viverem em outras partes do país ou arredores, também serve, que o meu desespero é tal que eu já estou por tudo! Até estou disposta a viajar ao estrangeiro se for realmente preciso!

– colocar gelo no período pós-depilatório.

Ontem, pela primeira vez, e já para prevenir infortúnios passados, lembrei-me de levar o meu gel de aloé da Herbalife para aplicar ainda no salão após a intervenção. É ótimo para estas situações e é o que usamos no Leozinho por causa do seu eczema (herança genética da florzinha mamã, sorry, Leo!). Foi ótimo, deu uma sensação de frescura e alívio imediato após o suplício, de tal maneira que durante o resto do dia esteve tudo bem, que nem me passou pela cabeça voltar a aplicar. Contudo, quando acordei hoje de manhã, na área à volta das sobrancelhas, parecia que tinha sido localmente atacada, pois a pele estava toda avermelhada, irritada, dorida e um pouco inchada. Numa próxima vez, se houver, vou aplicar o gel cooonstantemente, mesmo que pareça tudo bem, e talvez até gelo também. Que dizem?

Pois que esta missiva já vai longa, termino por aqui, minhas amigas. Fico a aguardar as vossas sugestões e recomendações, pois eu não posso continuar assim. Ajudem-me, minhas amigas do rosto, que esta vossa cara amiga está a passar por uma fase facial difícil e as amigas são para as ocasiões. Para além disso, esta é uma questão muito importante, eu diria mesmo fraturante, daquelas que devem fazer-nos parar, refletir (pelo menos uma vez na vida) e tomar uma atitude ou posição, e não uma mera questão fútil ou pontual situação.

O que dizem, my dear friends? Arranjar ou não arranjar as sobrancelhas, eis a questão.

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