Lost in translation II

Há uns meses sugeri-vos um programinha cultural (?) e gastronómico diferente, longe da confusão dos locais turísticos habituais. Consistia num passeio por uma rua de nome sui generis, seguido de uma saborosa sobremesa num estabelecimento com um nome peculiar para portugueses, ou, pelo menos, para mim. Podem revê-lo aqui.

Hoje, e porque nenhum passeio peculiar fica completo sem uma refeição do género, partilho, agora, outro bizarro boteco aqui do burgo. Reparem que eu disse partilho, e não, recomendo! E porquê?, perguntam vocês e muito bem, pois neste blog há liberdade de expressão, podem perguntar o que quiserem, pois esta Senhora não vos vai censurar. Como eu ia escrevendo, não recomendo que se repastem neste singelo botequim, pois como amante do bem-estar, vou fazer o favor de vos policiar. E isto tudo para evitar, que depois da ‘alambaza’, se torturassem ou se tornassem vítimas da ditadura da balança.

Não quero parecer autoritária nem ditadora, atenção, mas é salutar que tenham cuidado e atenção com a vossa alimentação! E como dizia Hipócrates, e todos bem sabemos, o alimento é o melhor remédio! Falando em prescrições, e porque rir é, também, um excelente remédio, espero que tenham gostado de ler, tanto como eu gostei de escrever.

PIDE PIZZA – Grand Father of Pizza

P.S.: Um abraço apertado para o meu querido grandfather Augusto, um homem cuja nobreza não se resumia ao nome, e que teve a coragem de “reincidir em afirmações” e, por isso, foi perseguido e punido pela PIDE.

Bem Haja! Lily

4 comments

  1. Um nome simbólico, sem dúvida! E, neste caso, é melhor ir contra a PIDE! As consequências de ir “com” a PIDE não são animadoras para as usuais resoluções de ano novo (normalmente esquecidas por esta altura)

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